DEPOIS DO PÔR DO SOL | ELSA RODRIGUES



Apresentação do Livro
 

DEPOIS DO PÔR DO SOL


de

ELSA RODRIGUES


O Consolata Museu tem a honra de anunciar a apresentação do livro “Depois do Pôr do Sol" da autoria de Elsa Rodrigues. Vai acontecer no dia 22 de novembro às 16h00.

Este livro foi escrito tendo em mente a mãe da autora, as aventuras e as vicissitudes da sua vida. A mãe Dulcelina é uma pessoa muito querida pelo Consolata Museu, pois ela dedicou algumas dezenas de anos da sua vida ao Consolata Museu, com extrema dedicação e generosidade. Queremos fazer uma pequena homenagem a uma grande mulher!

E quando tudo acaba antes mesmo de acabar. Uma experiência prévia de finitude, ainda que haja algum tempo. A constatação de que a esperança e a expectativa foram parceiras inseparáveis, mas não venceram.
A angústia emocional espelhada na impotência de nada conseguir, diante de uma doença prepotente e autoritária. Aprender a viver com o presente, com o aqui e agora, valorizando o pouco como sendo muito.
Acumular memórias, muitas memórias, memórias de dias, de momentos, de toques, de olhares, de conversas, de sentimentos, de silêncios… afinal, é o que fica.
Aceitar que depois do pôr do sol, um novo dia nasce, mas nasce diferente, e para sempre, tudo passa a ser diferente.
Um livro que nos relata a experiência da dor antecipada de perder quem amamos. Uma história real, vivida na primeira pessoa que pretende chegar a todas as pessoas enquanto mensagem de amor e esperança, apesar da inevitabilidade do fim.

Elsa Rodrigues


Horário de visitas: 

Terça a Sábado: 10h00-13h00 | 14h00-17h00 
Domingo: 15h00-17h00 (abril a dezembro) 

Pode agendar visitas guiadas para grupos superiores a 10 pessoas. Agende através dos nossos contatos: Tel. 249 539 470   E-mail museuartesacra@consolata.pt  


Comentários

Pode avisar ao FDP da coordenação da UFRJ, que vazou as minhas informações pessoais e sigilosas para você, que eu já descobri o nome completo dele.

Eu descubro tudo, assim como eu descobri o seu perfil no Linkedin e no Instagram:

 

https://pt.linkedin.com/in/rafaela-carvalho-2737592a1

 

https://www.instagram.com/rafa.rafafa/

 

Caso você não se lembre do que aconteceu:

Um funcionário público da UFRJ abusou do poder, que tinha como membro da coordenação da farmácia da UFRJ, para vazar as minhas informações pessoais e sigilosas para você, que nem mora mais no Brasil, que já se formou como farmacêutica pela UFRJ, enquanto você ainda estudava na UFRJ, você nunca fez uma disciplina junto comigo, ou seja, você nem sabe que eu sou.

Se a intenção deste FDP foi me calar, pode falar para ele que não funcionou. Eu vou continuar denunciando os absurdos que acontecem dentro da UFRJ.

Que vexame, um funcionário público da UFRJ abusar do poder que tem para vazar as minhas informações pessoais para os outros. Que papelão a atitude desse FDP da coordenação da farmácia que vazou as minhas informações pessoais e sigilosas para você.

Esse FDP deveria se sentir tão envergonhado do que fez comigo que deveria pedir demissão da UFRJ e se entregar à polícia. Lugar de bandido é na cadeia, pagando pelo crime que cometeu. Só que esse FDP não vai fazer isso, ele não sente um pingo de empatia pelos outros. Eu acho que ser psicopata é pré-requisito para ser membro da coordenação da farmácia da UFRJ.

Esse FDP pode ter mais poder do que eu dentro da UFRJ, mas eu tenho mais poder que esse FDP na internet. A maior prova do meu poder no mundo virtual é que eu descobri que as minhas informações pessoais e sigilosas foram vazadas e que eu descobri o seu perfil no Linkedin e no Instagram.

O que ele fez contra mim vai ter volta.

Esse FDP não está acima do certo e errado. Esse FDP vai me pagar pelo o que ele fez comigo, esse FDP vai me pagar por ter vazado para você as minhas informações sigilosas e pessoais. Esse FDP vai me pagar nem que isso seja a última coisa que eu faça na minha vida.

Esse FDP se meteu com a pessoa errada.

Se esse FDP morasse aqui na minha rua as coisas seriam bem diferentes, em cima da minha rua tem uma boca de fumo, em frente a minha casa funciona um ferro velho clandestino que fornece material furtado para os traficantes fazerem barricadas. Se esse FDP morasse aqui na minha rua, os traficantes já teriam mandado esse FDP subir até a boca de fumo, os traficantes não gostam de gente que faz as coisas para sacanear os outros, igual esse FDP fez comigo.